Marcília Cavalcante Barros/VJ EsquizoMachine

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Artista visual diretora dos curtas; “Xukuru Ororubá” – 2008" , “Comportapitalismo” – 2005, “Panóptico, laboratório de poder” – 2004, além da performance “Disorder” em 2014 no Sesc Ipiranga em (SP). Ainda em 2014 dirige para TV IAT o programa “Diversidades” 12 peças que refletem sobre as diversidades: religiosa, sexual, gênero, socioeconômica, fenotípica, alimentar, cultural, linguística, étnico-racial, pessoas portadoras de deficiência, especismo e geração.

Conhecida também como VJ EsquizoMachine se utiliza da mais alta tecnologia em softwares de VJ para desenvolver projeções mapeadas nos mais diversos espaços culturais abrangendo peças de teatro, concertos, festivais de artes, casas noturnas e eventos.

Em 2010 é selecionada para o VJ TORNA, o mais importante festival mundial de VJ e hoje desenvolve pesquisa em arte e tecnologia trabalhando também hardware livre.

No cinema nacional trabalhou em filmes de longa e curta metragem dentre os principais trabalhos estão os longas “Cidade Baixa – Sérgio Machado”, “Trampolim do Forte” – João Rodrigo, “A Beira do Caminho” – Breno Silveira, “A Morte e a morte de Quincas Berro d’água” – Sérgio Machado, “Capitães de Areia” – Cecilia Amado e o mais recente “Coleção Invisível” – Bernard Attal.